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Chácara

1 Quarto(s)
ARCADAS
AMPARO-SP
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Casa


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3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
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AMPARO-SP
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JARDIM ADELIA
AMPARO-SP
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CENTRO
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Casa
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NOTÍCIAS

GPA tem lucro de R$ 865 milhões em 2017

O valor representa uma melhora em relação a 2016, quando o grupo fechou o ano com prejuízo de mais de R$ 1 bilhão.  O Grupo Pão de Açúcar divulgou nesta segunda-feira (19) o balanço do ano passado, quando houve lucro de R$ 865 milhões. O valor representa uma melhora em relação a 2016, quando o grupo fechou o ano com prejuízo de mais de R$ 1 bilhão. Considerando apenas o último trimestre do ano, o lucro líquido foi de R$ 408 milhões, contra um prejuízo de R$ 29 milhões no mesmo período de 2016. No relatório, o grupo destacou que "a forte queda dos preços dos alimentos ao longo de 2017 dificultou o desempenho do setor varejista, com desemprego ainda elevado e nível de consumo desafiador". No entanto, disse também que "o GPA atingiu crescimentos acima do mercado". "O ano de 2017 mostrou-se desafiador, no entanto, com importantes sinais de melhoria para os negócios", disse o GPA em relatório. No ano, as vendas do grupo cresceram 8,2%, batendo a marca de R$ 44,6 bilhões. Após a divulgação do resultado, o GPA anunciou ainda uma troca em sua administração. O grupo vai indicar o presidente-executivo da unidade de móveis e eletrodomésticos Via Varejo, Peter Estermann, para sua presidência-executiva, no lugar de Ronaldo Iabrudi, que será co-presidente do conselho de administração do grupo. Segundo a Via Varejo, as mudanças no grupo vão ocorrer em 26 de abril. Para o lugar de Estermann na Via Varejo, o grupo indicou o executivo Flávio Dias. Grupo Pão de Açúcar Divulgação
GPA indica presidente da Via Varejo para presidência-executiva
Peter Estermann vai substituir Ronaldo Iabrudi, que será co-presidente do conselho de administração. O GPA informou nesta segunda-feira (19) que vai indicar o presidente-executivo da unidade de móveis e eletrodomésticos Via Varejo, Peter Estermann, para sua presidência-executiva, no lugar de Ronaldo Iabrudi, que será co-presidente do conselho de administração do grupo. Segundo a Via Varejo, as mudanças no grupo vão ocorrer em 26 de abril. Para o lugar de Estermann na Via Varejo, o grupo indicou o executivo Flávio Dias.
Família troca cidade pelo campo e passa a vender 50 mil cocadas por mês, em RO 

Ideia foi de Elianete Gomes, que durante 19 anos trabalhou em uma padaria com o marido. Cocos secos são comprados do interior. Porto Velho se destaca com produção artesanal de cocada Porto Velho, que atualmente o maior produtor de água de coco verde no estado, também está se descantando na produção de cocadas. Isso porque uma mulher trocou a cidade pelo assentamento Terra Santa e montou a própria agroindústria com a família, onde passou a comprar cocos secos do interior, descascá-los e transformá-los em 50 mil cocadinhas por mês. A ideia de produzir os doces de coco é de Elianete Gomes, que durante 19 anos trabalhou em uma padaria com o marido na área urbana de Porto Velho. Há quatro anos ela decidiu vender o empreendimento para morar no campo. Lá, a trabalhadora plantou cerca de 300 pés de cocos na propriedade, mas como eles ainda não estão produzindo, Elianete passou a comprar cocos secos de Cacoal (RO), uma viagem de mais de 500 quilômetros até a capital. Para fazer cada lote semanal de cocada, a pequena agroindústria da família compra 3 mil unidades de cocos secos por semana. Após a matéria-prima chegar em Porto Velho, Elianete passa a descascá-los manualmente. Um trabalho que requer cuidado e habilidade. Depois da etapa de processamento, o coco é levado para a sala de produção. Lá ele é colocado em uma máquina, feita pela própria trabalhadora rural, que consiste em mexer o doce sem parar até ficar no ponto. Cocadas são feitas pela família há 4 anos Rede Amazônica/Reprodução "Essa maravilha de máquina foi criada por mim, em parceria com um rapaz que tinha os equipamentos. Essa máquina veio a acalhar em todos os meus benefícios, pois antes eu mexia na pá e precisava de duas para mexer. Enquanto ela tá fazendo, a gente faz outros processamentos, como corte, rotulagem, por exemplo", diz. Elianete também criou um objeto para cortar as cocadinhas e assim deixá-las em um tamanho padronizado. "Fiz vários testes, de vários materiais e descobri que o PVC não colava", diz. Coco é descascado por produtora para produção Rede Amazônica/Reprodução Ajuda da família Quem cuida do setor de produção é a filha, de 24 anos. Etenaily Ingrid diz que pensa em fazer administração só para ajudar a mãe na agroindústria de cocadas. O filho de Elianete também ajuda na produção de cocadinhas. Davi Menezes Coelho também deicou a cidade para ajudar a família no campo. "É um trabalho bom, pois faz a alegria de muitas pessoas", afirma. Por mês, mais de 18 mil cocos são processados e transformados em quase 50 mil cocadinhas. A família quer ampliar o negócio. Incentivo à agricultura familiar Segundo Fábio Dutra Matos, gerente do escritório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), atualmente existem 600 agroindústrias funcionando em Porto Velho, feitas por financiamentos com linha de crédito de incentivo do governo estadual. "O produtor sai da ilegalidade e começa a trabalhar com todo apoio do governo, legalizado, podendo vender seu produto no comércio local", diz. O produtor também pode tem incentivo de crédito do Governo Federal. Para este ano de 2018, segundo o Ministério de Integração Nacional, mais R$ 5 bilhões foram disponibilizados para produtores rurais da região Norte. Do total, mais de R$ 500 milhões ficaram só para Rondônia. No ano passado, o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) cresceu 25%. Quem tiver interesse em contratar o FNO pode procurar o Banco da Amazônia, operador do crédito na região. Segundo o Ministério de Integração, o FNO possibilita que o produtor faça "empréstimos para abertura do próprio negócio, investimentos para expansão das atividades, aquisição de estoque e até para custeio de gastos gerais relacionados à administração - aluguel, folha de pagamento, despesas com água, energia e telefone".

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