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Casa

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
PARQUE RODRIGUES
AMPARO-SP
Cód: 356

$880,000.00

Casa Geminada

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM SILMARA
AMPARO-SP
Cód: 661

$400,000.00

Casa Geminada

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM EUROPA
AMPARO-SP
Cód: 660

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Casa Geminada

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM SILVESTRE II
AMPARO-SP
Cód: 659

Locação:$950.00

Casa

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 658

Locação:$3,300.00

Chácara

2 Quarto(s)
TRES PONTES
AMPARO-SP
Cód: 657

$400,000.00

Chácara


CENTRO
SERRA NEGRA-SP
Cód: 656

$650,000.00

Barracão


RIBEIRAO
AMPARO-SP
Cód: 655

Locação:$1,500.00

Casa Geminada

2 Quarto(s)
PARQUE MODELO
AMPARO-SP
Cód: 654

$310,000.00

Terreno


SAO JUDAS
AMPARO-SP
Cód: 653

Terreno


JARDIM AMERICA
AMPARO-SP
Cód: 652

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Casa Geminada


JARDIM SILMARA
AMPARO-SP
Cód: 651

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NOTÍCIAS

Itaú consegue barrar julgamento de recurso contra processo bilionário no Carf 
Procuradoria da Fazenda informou que vai recorrer da decisão que livrou o banco de pagar tributos que seriam devidos à Receita na fusão com o Unibanco, em 2008. O Itaú Unibanco informou que conseguiu barrar o julgamento de um recurso da Fazenda Nacional contra um processo que livrou o banco de pagar mais de R$ 25 bilhões na Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Ao G1, a Procuradoria Regional da Fazenda Nacional informou que entrou com um agravo de instrumento no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) contra a liminar obtida pelo Itaú. Em nota, o banco declarou que o processo julgado a seu favor no Carf "está encerrado" e que não caberia nova análise. Segundo o Itaú, o recurso da Fazenda admitido no Carf é "incabível" e, por isso, o banco disse ter recorrido à Justiça "de forma a manter seu direito já reconhecido' e para que a Justiça "reconheça que a decisão favorável no Carf é definitiva". O Carf é um tribunal administrativo ligado ao Ministério da Fazenda que julga recursos sobre multas aplicadas pela Receita a empresas. Entenda o caso O processo foi aberto após a Receita discordar da forma societária adotada para unir as operações do Itaú e do Unibanco, que originaram o maior banco privado do país em 2008. No entendimento do Fisco, o Itaú Unibanco teria deixado de recolher valores referentes a um ganho de capital na união das instituições. O auto de infração contra o banco foi imposto em junho de 2013, no valor de R$ 18,7 bilhões, referente à cobrança de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) acrescido de multa e juros. Corrigido até o ano passado, o montante havia sido calculado em cerca de R$ 25 bilhões, segundo O Globo. O Itaú discordou da cobrança e a contestou no Carf. Em abril de 2017, o órgão decidiu a favor do Itaú, mas a Procuradoria da Fazenda recorreu da decisão. Para tentar impedir o julgamento do recurso no Carf, o banco foi à Justiça e obteve a liminar. O caso também ganhou destaque após o o antigo relator do processo no Carf, o ex-conselheiro João Carlos de Figueiredo Neto, ser preso em 2016 pela Polícia Federal acusado de cobrar propina para conceder decisão favorável ao banco. Na ocasião, o Itaú disse ter sido "vítima de conduta inadequada" do conselheiro e que esperava "ter contribuído com a identificação de conduta contrária à ética e à lei".
Conta de luz pode ter bandeira vermelha nível 2 até reta final do ano, dizem analistas

Bandeira tarifária vermelha nível 2 adiciona R$ 5 às contas de luz a cada 100 kilowatts-hora consumidos. Previsões de chuvas abaixo da média ao longo dos próximos meses na região dos reservatórios das hidrelétricas, principal fonte de geração do Brasil, devem pressionar as chamadas bandeiras tarifárias, mecanismo criado para sinalizar ao consumidor eventuais reduções na oferta de energia, disseram especialistas nesta segunda-feira (18). Com isso, existe uma expectativa generalizada de que se mantenha nos próximos meses a chamada bandeira tarifária vermelha nível 2, já acionada para junho, que adiciona R$ 5 às contas de luz a cada 100 kilowatts-hora consumidos. Bandeira arifária vermelha nível 2 já foi acionada em junho Reprodução/TV Gazeta As bandeiras geram cobranças extras para os consumidores quando saem do verde para o amarelo ou para a bandeira vermelha, que é dividida em dois patamares, sendo o segundo o mais caro. "Nós esperamos que a bandeira vermelha 2 continue até o final do ano", escreveram analistas do banco UBS em relatório nesta segunda-feira. "Existe um certo consenso... tem vários agentes de mercado que estão indo nessa linha, até novembro com bandeira vermelha, por uma questão principalmente de hidrologia. Apesar de a carga não estar crescendo como se esperava, a hidrologia está ficando bem abaixo da média", disse à Reuters o presidente da comercializadora Copel Energia, Franklin Miguel. As chuvas na região das hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste estão estimadas para este mês em apenas 78% da média histórica, que já não é favorável porque a partir de maio tem início o chamado "período seco", com menores precipitações, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). "Estamos entrando agora no período de inverno e o cenário hídrico continua recessivo... estamos esperando bandeira vermelha nível 2 até o mês de outubro", disse o sócio da consultoria Pontoon-e, Marcos Severine. Ele estimou que, caso confirmada a projeção, a energia elétrica poderia contribuir em cerca de 0,60 ponto percentual para a inflação medida pelo IPCA em 2018. Na comercializadora de energia Compass, a projeção, mais conservadora, é de bandeira tarifária vermelha nível 2 ao menos até setembro. "Até lá com certeza é vermelha. Agora outubro, novembro e dezembro ainda não dá para afirmar", disse o diretor da Compass, Paulo Mayon. Ele disse que, ao final de maio, os modelos de projeção apontavam para a possibilidade de chuvas ruins em julho, que eventualmente poderiam se reverter em agosto, o que explica o cenário um pouco mais otimista da consultoria, que vê possibilidade de bandeira amarela em outubro e novembro.

Fujifilm processa Xerox em mais de US$ 1 bilhão após cancelamento de fusão

Empresa é acusada de quebra de contrato e envolvimento em 'conduta intencional e notória'. A Fujifilm processou a Xerox nesta segunda-feira (18) em mais de US$ 1 bilhão, culpando a empresa de impressoras e copiadoras de sucumbir à pressão dos investidores Carl Icahn e Darwin Deason para o cancelamento da proposta de fusão. Em uma queixa apresentada ao Tribunal Distrital dos EUA em Manhattan, a Fujifilm acusou a Xerox de quebra de contrato e envolvimento em "conduta intencional e notória" ao abandonar a fusão de US$ 6,1 bilhões anunciada em janeiro. A fusão foi cancelada em 13 de maio, quando a Xerox, em um acordo com Icahn e Deason, concordou em instalar vários novos diretores e substituir Jeff Jacobson como presidente-executivo pelo antigo diretor de tecnologia John Visentin. "A Xerox esteve recentemente sujeita aos caprichos dos investidores ativistas Carl Icahn e Darwin Deason, que, apesar de serem minoritários em ações da Xerox, puxaram a diretoria da Xerox em mais direções do que podem ser contadas", disse a Fujifilm. Os porta-vozes da Xerox não responderam de imediato aos pedidos de comentários. Icahn e Deason também não responderam imediatamente a pedidos semelhantes. A Xerox vem explorando opções estratégicas, incluindo transações com outras empresas, mas o processo poderia forçá-la a resolver as queixas da Fujifilm mais cedo. Uma fusão teria combinado a Xerox com a joint venture de 56 anos Fujifilm Xerox, na qual a Fujifilm e a Xerox detinham as respectivas participações de 75% e 25%. A Fujifilm teria, a partir de então, propriedade de 50,1% das ações ordinárias da Xerox, e os acionistas da Xerox teriam recebido um dividendo especial de US$ 2,5 bilhões. Icahn, o bilionário, e Deason juntos detêm 15% das ações da Xerox, e disseram que a fusão desvalorizou a empresa baseada em Norwalk, Connecticut. Deason também acusou Jacobson de organizar a fusão para manter seu emprego. A Fujifilm esperava que a fusão gerasse pelo menos US$ 1,7 bilhão em economia de custos e US$ 1 bilhão em novas receitas anuais. O processo também busca taxa de rescisão de US$ 183 milhões. Logo da Xerox em prédio da empresa na cidade de Minsk, na Bielorrússia Reuters/Vasily Fedosenko/File Photo

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