Telefone

(19) 3808-2661
(19) 3808-6022
(19) 9.9811.2661

portalamparo@gmail.com

Encontre
seu  Imóvel

  • Qual Tipo de Negócio ?
  • Venda
  • Locação
  • Selecione uma cidade
  • AMPARO
  • MONTE ALEGRE DO SUL
  • SERRA NEGRA
  • TUIUTI
  • Qual o Tipo de Imóvel ?
  • Apartamento/Flat
  • Barracão/Galpão/Armazém
  • Casa
  • Chácara
  • Escritório/Salão/Sala Comercial
  • Fazenda/Haras/Sítio
  • Kitnet
  • Loja/Ponto Comercial
  • Prédio Inteiro
  • Terreno
  • Quartos
  • Indiferente
  • 0 a 2
  • 2 a 3
  • 3 a 4
  • 4 a 5
  • 5 ou mais


IMÓVEIS EM  DESTAQUE

Apartamento

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 646

$530,000.00

Terreno


JARDIM ITALIA
AMPARO-SP
Cód: 645

$350,000.00

Sobrado

3 Quarto(s)
JARDIM AMERICA
AMPARO-SP
Cód: 420

Locação:$1,200.00

Casa

2 Quarto(s)
JARDIM AMERICA
AMPARO-SP
Cód: 343

Locação:$900.00

Salão Comercial


CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 602

$1,800,000.00
Locação:$5,000.00

Apartamento

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 617

$550,000.00
Locação:$1,100.00

Barracão


CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 478

Locação:$1,600.00

Barracão


CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 551

$450,000.00
Locação:$2,200.00

Casa


JARDIM BRASIL
AMPARO-SP
Cód: 644

Locação:$950.00

Casa


VALE VERDE
AMPARO-SP
Cód: 643

Sítio


PANTALEAO
AMPARO-SP
Cód: 642

$1,200,000.00

Sítio


PANTALEAO
AMPARO-SP
Cód: 641

$900,000.00

ÚLTIMOS CADASTRADOS

$530,000.00

Apartamento
3 Quarto(s)
| 1 Suíte(s)
CENTRO
AMPARO-SP

$350,000.00

Terreno
JARDIM ITALIA
AMPARO-SP


Locação:$950.00

Casa
JARDIM BRASIL
AMPARO-SP


Locação:

Casa
VALE VERDE
AMPARO-SP

$1,200,000.00

Sítio
PANTALEAO
AMPARO-SP

$900,000.00

Sítio
PANTALEAO
AMPARO-SP

NOTÍCIAS

Produção de petróleo da Petrobras cai pelo 6º mês seguido

Na comparação com março de 2017, houve uma queda de mais de 2%. Plataforma de extração de petróleo da Petrobras Agência Petrobras de Notícias A produção média de petróleo da Petrobras no Brasil caiu em março pela sexta vez consecutiva ante o mês anterior, para 2,07 milhões de barris de petróleo por dia (bpd), informou a petroleira estatal em nota nesta sexta-feira (20). Preço médio da gasolina volta a subir e vai a R$ 4,21 O volume representou uma queda de 0,8% em relação a fevereiro, principalmente devido à manutenção de equipamentos na plataforma Cidade de Angra dos Reis, no campo de Lula, pré-sal da Bacia de Santos, informou a empresa. Quando comparado com março de 2017, houve uma queda de mais de 2%. A produção média total da Petrobras, por sua vez, somando petróleo e gás natural, foi de 2,66 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 2,56 milhões boed produzidos no Brasil e 99 mil boed no exterior. A produção total caiu 1,1% ante fevereiro, enquanto apresentou baixa de 3% na comparação com março de 2017. Já a produção média de gás natural no Brasil, excluído o volume liquefeito, foi de 78,1 milhões de metros cúbicos por dia em março, queda de 2,9% ante o mês anterior, principalmente devido à parada para manutenção da plataforma de Peroá, na Bacia do Espírito Santo e intervenções na plataforma de Mexilhão, na Bacia de Santos. No exterior, a produção média da companhia de petróleo foi 61 mil bpd e, a de gás natural, de 6,4 milhões de m³/d, ambas em linha com o mês anterior.

Preço médio da gasolina volta a subir e vai a R$ 4,21

Litro do etanol caiu 1,58% na última semana, passando a custar R$ 2,971. Preço da gasolina passou de R$ 4,208 na última semana para R$ 4,215. Reprodução/TV Integração O preço médio do litro de gasolina voltou a subir nesta semana, para R$ 4,215, após ter caído para 4,208, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O preço médio do diesel também subiu na última semana para R$ 3,427, enquanto o do etanol teve uma queda de 1,58%, passando de R$ 3,019 para R$ 2,971 por litro. Veja gráfico abaixo: Preço do gás de cozinha sobe Na semana passada, o preço médio do botijão de 13 kg de gás de cozinha subiu de R$ 66,87 para R$ 67,01, segundo a ANP. Política de preços da Petrobras A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços dos combustíveis desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente. A política de reajustes da Petrobras visa seguir as oscilações do mercado internacional, entre outros fatores, além de manter sua competitividade e uma melhor posição no mercado de combustíveis, evitando que as suas cotações fiquem abaixo da paridade externa. As máximas registradas nos últimos dias acompanharam a escalada dos preços do petróleo no mercado internacional.

Tensões comerciais dominam reuniões do FMI, enquanto G20 evita assunto

Maioria dos líderes econômicos dos países defendeu diálogo em vez de imposição de tarifas, mas secretário de Tesouro americano criticou 'práticas desleais de comércio global' As tensões comerciais entre Estados Unidos e China, que ameaçam se estender para a economia global, dominaram nesta sexta-feira (20) uma reunião internacional de funcionários de Finanças, inclusive quando o G20 evitou tocar no assunto. Cada um dos funcionários pediu para as disputas serem resolvidas através do diálogo, em vez da imposição de tarifas unilaterais, enquanto alertaram para a ameaça ao crescimento econômico global. Mas o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, criticou países que empregam políticas de comércio desleal. "Acreditamos firmemente que as práticas desleais do comércio global impedem um crescimento mais forte dos Estados Unidos e a nível global, já que atuam como um lastro persistente à economia mundial", disse ele em uma mensagem durante a reunião de primavera boreal entre o Financeiro do Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, em Washington. Diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde. AFP Embora a diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, tenha posto o Fundo à disposição para resolver as diferenças, Mnuchin disse que a instituição "deveria ser uma voz forte" para pressionar os países a "desmantelar as barreiras comerciais e não alfandegárias para proteger os direitos da propriedade intelectual", em uma referência à China. O roubo de propriedade intelectual e tecnologia americana foi um fator na disputa com Pequim, que levou Trump a anunciar a decisão de impor tarifas sobre produtos chineses de US$ 50 bilhões, além de tarifas sobre o aço no mês passado. Washington e Pequim iniciaram painéis recíprocos no âmbito da Organização Mundial de Comércio (OMC). Alerta da OMC O diretor da OMC, o brasileiro Roberto Azevêdo, alertou nesta sexta que os efeitos de uma grande escalada "poderiam ser sérios" e ter um enorme impacto no emprego. Um enfrentamento comercial aberto entre "atores principais pode tirar dos trilhos a recuperação que vimos nos últimos anos, ameaçando a atual expansão econômica e colocando muitos empregos em risco", afirmou o brasileiro diante do Comitê Financeiro do FMI. "É impossível mapear corretamente os efeitos de uma escalada generalizada (de tensões comerciais), mas claramente serão muito sérias", acrescentou o diplomata. O ministro francês de Economia, Bruno Le Maire, criticou os Estados Unidos por embarcar em uma luta "vã e inútil" e disse que o país não vai se envolver na batalha. Mesmo assim, garantiu que a França rejeita a isenção provisória às tarifas, que "não podem pender como uma espada de Dâmocles sobre as relações comerciais entre estados". G20 evita questão comercial Apesar do intenso enfoque na disputa entre Estados Unidos e China, os ministros de Finanças do G20 evitaram debater sobre o tema nesta sexta-feira, ainda reconhecendo o perigo em potencial para a economia global. "Não tivemos nenhuma discussão sobre medidas específicas de comércio", afirmou o ministro argentino de Fazenda, Nicolás Dujovne, após a reunião. "O G20 não é o espaço para discutir medidas específicas. Isso é um trabalho para a OMC", acrescentou. A declaração surpreendeu a todo, em um grupo que foi crucial para guiar a economia global através da crise financeira de 2008 e prevenir outra depressão. "Precisamos reconhecer a limitação que temos como grupo", disse Dujovne, para quem o G20 deve "tratar de criar consensos, mesmo que esses consensos sejam mais limitados" que o desejado. Vários ministros expressaram sua preocupação pelas medidas "das portas para dentro", uma expressão que geralmente se refere às medidas de protecionismo comercial. Venezuela na mesa A situação da Venezuela também foi assunto nas reuniões de sexta-feira. Alejandro Werner, economista-chefe do FMI para o Hemisfério Ocidental, opinou que a crise econômica que atinge a Venezuela é "uma das maiores" registrada na economia moderna. "Se forem avaliados os colapsos econômicos que ocorreram nos últimos 50 anos, o colapso atual da Venezuela se encontra entre os primeiros 15", disse, lembrando que a entidade financeira projeta para este ano uma inflação de 13.000% e um recuo da economia de 15%.

CRECI 28.777-J

Avenida Bernardino de Campos, 18
AMPARO / SP
CEP 13.900-400
Tel. +55 (19) 3808-2661
portalamparo@gmail.com

Desenvolvido por
Sites para Imobiliaria